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	<title>inteligência emocional &#8211; Cambio Consultoria</title>
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	<title>inteligência emocional &#8211; Cambio Consultoria</title>
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		<title>Esforço emocional no trabalho</title>
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				<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 15:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Victor Richarte]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Esforço emocional no trabalho Vamos falar sobre engajamento instrumental e o esforço emocional no trabalho. O papel das emoções no trabalho é um campo de longos debates, discussões, estudos e aprendizados. Facilmente compreendido quando se lê, revela-se prova de fogo àqueles que lidam com gente todo dia. Sabe aquela máxima de que na prática, a [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<h1>Esforço emocional no trabalho</h1>
<p>Vamos falar sobre engajamento instrumental e o esforço emocional no trabalho.</p>
<p>O papel das emoções no trabalho é um campo de longos debates, discussões, estudos e aprendizados. Facilmente compreendido quando se lê, revela-se prova de fogo àqueles que lidam com gente todo dia. Sabe aquela máxima de que na prática, a teoria é outra? Entra na cena organizacional a humanidade, com suas emoções, humores, sentimentos, personalidades e atitudes tão imprevisíveis como qualquer outra relação entre pessoas.</p>



<p>O funcionário, na perspectiva clássica da Administração, deveria ser controlado sistematicamente, o que implicava em supervisão, correção e coação para o bom andamento das operações e aumento da produtividade. Ele era quase uma tábula rasa que deixava as emoções na porta de entrada. Mas isso era pensamento dos idos de 1900. 1900?</p>



<h3>Num mundo conexionista, como cunham <a href="https://www.google.com.br/search?sxsrf=ALeKk02JxGSDYPB1dBwSHI3Av4O_86gxKQ%3A1587675011787&amp;source=hp&amp;ei=g_-hXoq0LefG5OUPvqOOuAo&amp;q=Boltanski+%26+Chiapello&amp;oq=Boltanski+%26+Chiapello&amp;gs_lcp=CgZwc3ktYWIQAzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJ1CBB1iBB2CoCWgCcAB4AIABAIgBAJIBAJgBAKABAqABAaoBB2d3cy13aXqwAQo&amp;sclient=psy-ab&amp;ved=0ahUKEwjKgeCotv_oAhVnI7kGHb6RA6cQ4dUDCAc&amp;uact=5" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Boltanski &amp; Chiapello</a> (2009) em que pessoas e organizações estão conectadas e imbricadas exponencialmente, estar fora é não pertencer a um grupo. Assim, o funcionário precisa demonstrar emoções e humores compatíveis ao que o grupo social convencionou como esperadas e corretas e lidar com as próprias dissonâncias cognitivas e emocionais para não ser descartável e descartado, dentro deste quadro que chamamos de esforço emocional no trabalho. Logo, o funcionário:</h3>



<ul>
<li>Sente-se entediado, mas precisa demonstrar alegria;</li>
<li>Gostaria de expor ideias novas, mas sabe de represálias de quem divergiu;</li>
<li>Ouve em treinamentos e comunicação corporativa que deve ser engajado e proativo, mas toda ação deve receber aval do supervisor para prosseguir;</li>
<li>Deve colaborar para o sucesso da equipe, mas a avaliação é individual;</li>
<li>Propaga-se a meritocracia por resultados, mas é promovido quem conhece a pessoa certa na posição certa;</li>
<li>Deve ser criativo, inovador e empreendedor, mas os erros não são tolerados;  :</li>
</ul>



<p>Essas e muitas outras situações comuns na vida corporativa demandam o <em>esforço emocional demonstrado </em>em que a pessoa “precisa evidenciar” um humor para não ser do contra, não deixar o clima ruim, não prejudicar a imagem da empresa. Tem aí uma cilada para quem não reflete sobre o papel das emoções. Por não levá-las a sério, esquece-se que são elas que podem abrir acesso a racionalidade para melhorar situações problemáticas e auxiliar a compreensão do mundo e dos fatos. É assim que pensamos na abordagem da <a href="http://facebook.com/victorrichartecambioconsultoria/">Cambio Consultoria</a>.</p>



<h3>Para não sofrer tanto ou mesmo alienar-se desse sentimento, algumas pessoas recorrem ao que costumo chamar de engajamento instrumental: aquela pessoa simpática, sempre sorridente, com discurso de positividade, que distribui charme para encantar a distinta plateia, mas que na primeira oportunidade, boicota grupo, trai pessoas e abre informações para a concorrência.</h3>
<p>Repito, é preciso levar a sério o papel das emoções no trabalho. Como estudos apontam, a emoção é contagiosa. Quem não passou pela experiência de estar de mau humor e entrou em um ambiente amistoso, relaxado e começou a se sentir melhor? Mas isso é totalmente diferente da emoção instrumental, demonstrada, artificial.</p>
<h3>Estamos falando aqui de emoção sentida e de congruência interna e de como os humores afetam o ambiente. </h3>



<p>Isso me lembra uma empresa cujo lema era “aqui todo mundo é feliz, aqui é uma empresa  feliz”. Para fazer jus a esse <em>slogan</em> e na ânsia de gerir emoções, todo o dia o “líder” passeava pelo escritório perguntando se a pessoa estava feliz. Ai daquele que não dissesse: SIM! Era questionado sobre o que a empresa poderia fazer para ele mudar aquele sentimento, afinal, nesta empresa todos devem ser felizes! Imaginou trabalhar num lugar desses?</p>



<p class="has-text-align-center">Comente aqui sobre a sua experiência !</p>
<p class="has-text-align-center">Leia também o que pensamos sobre o <a href="https://cambioconsultoria.com.br/2020/03/20/home-office-sociedade-do-rendimento/">Home Office e a Sociedade do Rendimento</a>.</p>
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		<title>É preciso de habilidades emocionais no trabalho digital e home office!</title>
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				<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 13:55:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Victor Richarte]]></dc:creator>
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								<content:encoded><![CDATA[
<h1>Caiu a ficha? É preciso de habilidades emocionais no trabalho digital e home office!</h1>
<p>Habilidades emocionais no trabalho digital são essenciais para lidar com pessoas de perfis tão distintos, especialmente no home office. Talvez você tenha vivido em uma época em que para conversar com outra pessoa ao telefone tínhamos que achar um orelhão. Lembra daquele pequeno poste com telefone? Aqueles que já o usaram vão recordar da expressão “caiu a ficha” quando a ligação se completava e se iniciava a conversa.</p>



<p>Independente se já usou algum dia esse aparelho, fazer ligação telefônica é muito mais fácil hoje. Graças ao desenvolvimento tecnológico, assistimos à morte lenta do orelhão começando com os <em>beeps</em>, depois o celular-tijolão que ostentava a modernidade do proprietário, chegando aos mais pequenos celulares atuais. Agora, até os mais idosos com pouco contato com a tecnologia possuem um aparelhinho, nem que seja apenas para fazer e receber telefonemas. Mas, aos poucos &#8220;Caiu a ficha&#8221;, eles estão aprendendo a usar os aplicativos e se deliciando com os benefícios da virtualidade e digitalização.</p>



<p>Entretanto, o avanço tecnológico, cada vez mais exponencial, repercute também no mercado de trabalho. Dados da consultoria Ernest &amp; Young de 2017, informa que um em cada três empregos será substituído pela tecnologia já em 2025. O uso da robótica e da inteligência artificial, entre outros, avança no mercado de trabalho modificando postos de trabalho, criando novas funções e eliminando outras. E isso vai impactar em todas as esferas do trabalho, profissões e mercado. Se a tecnologia substitui o trabalhador, qual o novo papel das pessoas?</p>



<h2>O senso comum advoga de que sempre será necessária uma pessoa para fazer a máquina trabalhar. Mais além dessa asserção, a inteligência artificial poderá decidir em breve, qual, quando e porquê certo botão deve ser acionado.</h2>



<p>Mas ainda hoje, as pessoas são necessárias para o trabalho em grupo, principalmente pela dinâmica das habilidades na realização e finalização das atividades, mesmo que os processos sejam intermediados pelas máquinas.</p>



<h3>As <em>soft skills</em> ou, como usamos no Brasil, as habilidades socioemocionais, ainda são fundamentais para a realização de um trabalho bem feito. Outro relatório, desta vez do Fórum Econômico Mundial (WEF- <em>World Economic Forum</em>) sobre o Futuro do Trabalho (2016), menciona que já para 2020 as principais habilidades requisitadas serão, em hierarquia: a solução de problemas complexos, pensamento crítico, criatividade, gestão de pessoas, coordenação com os outros e inteligência emocional, para ficar somente nessas poucas. </h3>



<p>Esses comportamentos advêm do que se nomeia agora de 4ª. Revolução Industrial. O mesmo relatório da WEF nos lembra as rupturas anteriores. A primeira, com uso do vapor para movimentar máquinas; a segunda, da energia elétrica para produção em massa; e a terceira, com a automação da produção pelas tecnologias eletrônicas e de informação. Hoje, é a revolução digital que impacta todas as pessoas nas  dimensões pessoal, profissional, social, saúde, afetiva, familiar etc. A virtualidade é a realidade, para muitos.</p>



<p>Há a necessidade de preparar os profissionais, não só os estudantes, para esse novo cenário digital e de home office. Novas oportunidades de trabalho nascem e são criadas em vários espaços geográficos e profissionais; decidir para onde, como ir e com quais produtos não é mais pauta de reuniões semestrais de planejamento; o tempo se tornou mais curto e as respostas ao público devem ser imediatas e a inovação tornou-se um mantra corporativo e de consumo, demandando criatividade e capacidade de colaboração entre pessoas de diferentes repertórios culturais e cognitivos.</p>
<h3>Lidar com pessoas de perfis tão distintos, mas com competências necessárias para os vários projetos concomitantes, pede ao profissional que reflita sobre suas habilidades emocionais no trabalho digital e como utilizá-las, especialmente na era do home office.</h3>



<p>Se, de um lado, a cerca da estabilidade profissional está sendo afrouxada, de outro, o autoconhecimento se torna indispensável na criação de novos caminhos, assim como a capacidade de ler criticamente os cenários se torna um imperativo em novas chamadas.</p>
<h3>Como você se sente neste novo cenário em relação às suas habilidades emocionais no trabalho digital e home office?</h3>
<p>Comente aqui para sabermos como a <a href="http://facebook.com/victorrichartecambioconsultoria/">Cambio Consultoria</a> pode te ajudar!</p>





<p>Leia também o nosso artigo sobre Comunicação das Empresas durante a pandemia <a href="https://cambioconsultoria.com.br/2020/06/22/comunicacao-interna-pandemia/">clicando aqui</a>.</p>
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		<title>Os Desafios da Expatriação</title>
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				<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 13:19:27 +0000</pubDate>
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								<content:encoded><![CDATA[
<h1>Os Desafios da Expatriação</h1>
<p>Há algum tempo atrás, o Laboratório de RH do curso de Administração da ESPM promoveu o encontro Liderança <em>for Export</em>,  abordando os desafios da expatriação, com três executivos brasileiros que comandaram equipes internacionais: Erasmo Toledo (Natura), Carlos Pingarilho (Promon) e Rodrigo Morais (Bayer) . É interessante compartilhar  alguns pontos que debatemos sobre a experiência da expatriação, principalmente nos tempos atuais com tantos brasileiros querendo trabalhar fora do país.</p>



<h2>Conhecer a cultura do país, história, economia, situação política, antes mesmo de embarcar e iniciar o trabalho, foi um aspecto comentado por esses executivos para facilitar a comunicação com a equipe nacional, principalmente na América Latina. Por sermos brasileiros e, obviamente latinoamericanos, há uma tendência a acharmos que temos uma história em comum, mas é importante para o profissional do outro país sentir-se singularizado, com seu passado e presente únicos. </h2>



<p>Certos pontos são similares com uma pesquisa que fiz há alguns anos com estrangeiros que vieram trabalhar no Brasil e que convém retomar: o processo de saída e todas as etapas que envolvem logística, materiais, burocracia e &#8230; afetos. </p>



<h3>Algumas empresas parecem descuidar dos aspectos práticos que circundam as mudanças de país tais como moradia, mobiliário, escola dos filhos, carreira do cônjuge, acerto familiar com os que ficam, entre outros aspectos práticos, tornam-se acessórios frente ao único que importa para as organizações: o resultado que o executivo estrangeiro trará na nova posição.  Estes são apenas alguns dos desafios da expatriação que nós da <a href="http://facebook.com/victorrichartecambioconsultoria/">Cambio Consultoria</a> trazemos para reflexão aqui.  <span style="color: #ffffff;"><em>t</em> </span></h3>



<p>Parece haver o esquecimento de que o desempenho (ou a <em>performance</em>, para alguns) é um processo com muitos fatores socioemocionais imbricados em que, por exemplo, a insatisfação da esposa e/ou dos filhos pode influenciar o humor diário do executivo, aumentando nível de estresse, impactando na interação política com pessoas e tomada de decisão. E não precisa ser muito experiente para entender que isso influenciará resultados da equipe e da organização.</p>



<h3>Destaca-se, assim, a importância de ter um processo de expatriação bem gerido, feito preferencialmente pela área de Recursos Humanos, para que se minimizem aspectos burocráticos que atuam negativamente na adaptação do executivo no novo país. Segundo estudos acadêmicos, os meses iniciais costumam ser como o período de namoro em que as descobertas e novidades frequentes encantam e sublimam as dificuldades. Os erros são encarados como divertidos e fontes de aprendizado. Porque é início de namoro.</h3>



<p>Passados meses e aproximando-se o primeiro ano de estrangeiro, as diferenças culturais deixam de ser instigantes e folclóricas e se tornam difíceis de entender. Começa, então, um novo período de expatriação, em que se percebem as cobranças da empresa e da família por uma estabilidade e autopercepção de que “as coisas assim ficarão por um bom tempo&#8230;”</p>
<p>Você já pensou em trabalhar fora do país? Conhece alguém que buscou oportunidades além do Brasil? Dê sua opinião aqui.</p>
<p>Confira também o nosso artigo sobre <a href="https://cambioconsultoria.com.br/2020/03/20/diversidade-transformacao-categorizacao/">Diversidade: Transformação ou mera Categorização?</a></p>
<p><em> </em></p>
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