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	<title>trabalho &#8211; Cambio Consultoria</title>
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		<title>Home Office e a Sociedade Do Rendimento</title>
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				<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 15:37:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Victor Richarte]]></dc:creator>
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<h1>Home Office e a Sociedade Do Rendimento</h1>
<p>Em conversas com profissionais de RH, alunos da graduação e da pós, aparecem comentários sobre Home Office, Sociedade Do Rendimento e a tal Geração Noodle, ou também apelidada aqui nos trópicos como Miojo, como formada por jovens que querem ascender na empresa em curto tempo e facilmente se incomodam ao perceberem que, para um crescimento profissional, é necessário mais tempo. Mas isso é compreensível quando pensamos que todos, não só os jovens, estamos constantemente submetidos a um processo de cobrança contínua, tanto externa quanto pessoalmente, para darmos o melhor de si, sempre. Para uma análise recorro às perspectivas da sociedade orientada para o consumidor e voltada ao rendimento.</p>



<h3>Somos todos consumidores, mesmo na posição de empregados. Em uma pesquisa de consultoria, profissionais do RH apontaram que os empregados trazem a mentalidade de “preciso ser atendido com qualidade e rapidez” para sua posição de trabalho. É o que executivos dessa área tem se debruçado quando falam do <em>employee experience</em> e a preocupação para manter profissionais talentosos na organização.</h3>



<p>Somos instados a produzir mais, cada vez mais, e sempre mais. Entrega-se um serviço com qualidade, inovador e  que agrega à organização, mas a chefia (<em>que não é líder e nem reflete sobre liderança</em>) já sai com sorriso nos cantos. “Mas&#8230; poderia ter feito assim”. “Está bom, mas para a próxima&#8230;”.  Ou seja, não há uma comemoração, uma parabenização, uma trégua momentânea na avaliação crítica e contínua sobre as entregas revelando que há problemas. Na ótica de quem é cliente e quem se acha representante do cliente, nunca se está satisfeito com o resultado, pois sempre há mais para fazer e saciar os desejos.</p>



<p>Estudiosos alemães têm denominado como “sociedade do rendimento” os processos de cobrança para entregar mais, mais e mais. Na metáfora do rato de laboratório que corre na roda e não tem como pará-la, as pessoas estão se dopando com estimulantes para aumentar a produção e tomando remédios para evitar baixo rendimento (<em>no trabalho, claro</em>). Isso remete ao argumento sobre competências como sinônimo de entrega acima da média. Assim, nessa ótica, um profissional que estiver passando por uma fase ruim na vida (<em>quem nunca?</em>), como doença, problemas com filhos, cônjuge entre tantos outras da esfera além do trabalho, deve performar sempre com o mesmo rendimento, para evitar desligamento. Nós da<a href="http://facebook.com/victorrichartecambioconsultoria/"> Cambio Consultoria</a> refletimos:</p>



<h3>Então, um profissional que trabalha na empresa, digamos três anos, com desempenho satisfatório, caso apresente um ou dois meses de resultado abaixo do esperado deixa de ser competente e deve ser desligado? Como solucionar a equação de trabalho, home office e a sociedade do rendimento?</h3>



<p>Para evitar esse cenário, os profissionais (Geração Noodle ou não) estão cada vez mais tomando café, energético, loratadina, vitaminas, ritalina etc. Lembra aquele comercial de produtos antigripais para voltar ao “seu melhor” em 10 minutos? Quem teve ou tem experiência com Medicina do trabalho sabe quanto os casos de uso de álcool e de outras drogas estão associados ao ambiente tóxico das organizações performáticas.</p>



<h3>Qual a responsabilidade de cada um nesse cenário – empregados, líderes, chefias, acadêmicos, RH, <em>Board</em> etc?  As respostas são múltiplas, demandam mais perspectivas e principalmente ação. Como ponto de partida sugere-se atentar para os dados organizacionais sobre saúde do trabalhador, muito além de contagem de dias de licença. É ser profissional de RH se perguntar o porquê desse cenário e não ficar apenas na fiscalização. </h3>
<p>Leia também o nosso artigo sobre <a href="https://cambioconsultoria.com.br/2020/03/20/habilidades-emocionais-no-trabalho-digital/">Habilidades Emocionais no Ambiente de Trabalho. </a></p>



<p>&nbsp;</p>
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		<title>Esforço emocional no trabalho</title>
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				<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 15:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Victor Richarte]]></dc:creator>
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								<content:encoded><![CDATA[
<h1>Esforço emocional no trabalho</h1>
<p>Vamos falar sobre engajamento instrumental e o esforço emocional no trabalho.</p>
<p>O papel das emoções no trabalho é um campo de longos debates, discussões, estudos e aprendizados. Facilmente compreendido quando se lê, revela-se prova de fogo àqueles que lidam com gente todo dia. Sabe aquela máxima de que na prática, a teoria é outra? Entra na cena organizacional a humanidade, com suas emoções, humores, sentimentos, personalidades e atitudes tão imprevisíveis como qualquer outra relação entre pessoas.</p>



<p>O funcionário, na perspectiva clássica da Administração, deveria ser controlado sistematicamente, o que implicava em supervisão, correção e coação para o bom andamento das operações e aumento da produtividade. Ele era quase uma tábula rasa que deixava as emoções na porta de entrada. Mas isso era pensamento dos idos de 1900. 1900?</p>



<h3>Num mundo conexionista, como cunham <a href="https://www.google.com.br/search?sxsrf=ALeKk02JxGSDYPB1dBwSHI3Av4O_86gxKQ%3A1587675011787&amp;source=hp&amp;ei=g_-hXoq0LefG5OUPvqOOuAo&amp;q=Boltanski+%26+Chiapello&amp;oq=Boltanski+%26+Chiapello&amp;gs_lcp=CgZwc3ktYWIQAzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJ1CBB1iBB2CoCWgCcAB4AIABAIgBAJIBAJgBAKABAqABAaoBB2d3cy13aXqwAQo&amp;sclient=psy-ab&amp;ved=0ahUKEwjKgeCotv_oAhVnI7kGHb6RA6cQ4dUDCAc&amp;uact=5" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Boltanski &amp; Chiapello</a> (2009) em que pessoas e organizações estão conectadas e imbricadas exponencialmente, estar fora é não pertencer a um grupo. Assim, o funcionário precisa demonstrar emoções e humores compatíveis ao que o grupo social convencionou como esperadas e corretas e lidar com as próprias dissonâncias cognitivas e emocionais para não ser descartável e descartado, dentro deste quadro que chamamos de esforço emocional no trabalho. Logo, o funcionário:</h3>



<ul>
<li>Sente-se entediado, mas precisa demonstrar alegria;</li>
<li>Gostaria de expor ideias novas, mas sabe de represálias de quem divergiu;</li>
<li>Ouve em treinamentos e comunicação corporativa que deve ser engajado e proativo, mas toda ação deve receber aval do supervisor para prosseguir;</li>
<li>Deve colaborar para o sucesso da equipe, mas a avaliação é individual;</li>
<li>Propaga-se a meritocracia por resultados, mas é promovido quem conhece a pessoa certa na posição certa;</li>
<li>Deve ser criativo, inovador e empreendedor, mas os erros não são tolerados;  :</li>
</ul>



<p>Essas e muitas outras situações comuns na vida corporativa demandam o <em>esforço emocional demonstrado </em>em que a pessoa “precisa evidenciar” um humor para não ser do contra, não deixar o clima ruim, não prejudicar a imagem da empresa. Tem aí uma cilada para quem não reflete sobre o papel das emoções. Por não levá-las a sério, esquece-se que são elas que podem abrir acesso a racionalidade para melhorar situações problemáticas e auxiliar a compreensão do mundo e dos fatos. É assim que pensamos na abordagem da <a href="http://facebook.com/victorrichartecambioconsultoria/">Cambio Consultoria</a>.</p>



<h3>Para não sofrer tanto ou mesmo alienar-se desse sentimento, algumas pessoas recorrem ao que costumo chamar de engajamento instrumental: aquela pessoa simpática, sempre sorridente, com discurso de positividade, que distribui charme para encantar a distinta plateia, mas que na primeira oportunidade, boicota grupo, trai pessoas e abre informações para a concorrência.</h3>
<p>Repito, é preciso levar a sério o papel das emoções no trabalho. Como estudos apontam, a emoção é contagiosa. Quem não passou pela experiência de estar de mau humor e entrou em um ambiente amistoso, relaxado e começou a se sentir melhor? Mas isso é totalmente diferente da emoção instrumental, demonstrada, artificial.</p>
<h3>Estamos falando aqui de emoção sentida e de congruência interna e de como os humores afetam o ambiente. </h3>



<p>Isso me lembra uma empresa cujo lema era “aqui todo mundo é feliz, aqui é uma empresa  feliz”. Para fazer jus a esse <em>slogan</em> e na ânsia de gerir emoções, todo o dia o “líder” passeava pelo escritório perguntando se a pessoa estava feliz. Ai daquele que não dissesse: SIM! Era questionado sobre o que a empresa poderia fazer para ele mudar aquele sentimento, afinal, nesta empresa todos devem ser felizes! Imaginou trabalhar num lugar desses?</p>



<p class="has-text-align-center">Comente aqui sobre a sua experiência !</p>
<p class="has-text-align-center">Leia também o que pensamos sobre o <a href="https://cambioconsultoria.com.br/2020/03/20/home-office-sociedade-do-rendimento/">Home Office e a Sociedade do Rendimento</a>.</p>
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