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	<title>comunicação no trabalho &#8211; Cambio Consultoria</title>
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	<title>comunicação no trabalho &#8211; Cambio Consultoria</title>
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		<title>Comunicação interna nas empresas durante a pandemia</title>
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				<pubDate>Mon, 22 Jun 2020 23:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Victor Richarte]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Quais espaços de comunicação interna há em sua empresa nesta pandemia? Como está a comunicação interna na sua empresa durante a pandemia? Alguns voltaram esses dias, outros nem saíram, e muitos estão em compasso de espera aguardando o retorno aos espaços organizacionais. Esta é mais uma das preocupações que o RH tem se defrontado ultimamente. [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<h2><strong>Quais espaços de comunicação interna há em sua empresa nesta pandemia?</strong></h2>
<p>Como está a comunicação interna na sua empresa durante a pandemia? Alguns voltaram esses dias, outros nem saíram, e muitos estão em compasso de espera aguardando o retorno aos espaços organizacionais. Esta é mais uma das preocupações que o RH tem se defrontado ultimamente. Desde março, o RH tem tido a oportunidade de se mostrar ágil e estratégico. O RH que não conseguiu essa visibilidade, precisa reconsiderar seu papel na empresa.</p>
<p>Seguindo alguns manuais e conversas entre especialistas sobre as preocupações nesse retorno, e para não ser redundante e enfadonho, reitero a necessidade de se pensar na saúde física e emocional de todos que trabalham na empresa. Além da higienização, distanciamento físico, foco em atividades virtuais e outras voltadas ao corpo, coloco ênfase na saúde emocional, escopo muito abordado através do trabalho da <a href="https://www.facebook.com/victorrichartecambioconsultoria/">Cambio Consultoria</a>.</p>
<p>Alguns voltarão tendo passado pela experiência de contaminação em si ou em pessoas amadas e próximas, outros com casos mais trágicos, e todos com receio de quais precauções o governo e a empresa oferecem para esse retorno. Sobre o Governo, não comentarei pois não me sinto especialista. Sobre RH, apontarei para a comunicação que entendo como espaço de fala e escuta em conjugação de respeito e igualdade.</p>
<h3><strong>Se você fosse representar o fluxo da comunicação interna durante a pandemia, como seria? </strong></h3>
<p>Tenho usado essa premissa em treinamentos e oficinas de desenvolvimento de equipes e os resultados apontam para percepções novas e construção de caminhos únicos. Aparecem figuras que representam desde <em>bomba relógio</em> até <em>portas abertas</em>, passando por conduítes estreitos e outros com vazão sinalizado a qualidade das conversas. Essa atividade, que parece bastante simples, mas não é, abre um canal de comunicação que desvela as dinâmicas das falas e sentidos criados pelas pessoas e que impactam diretamente no clima e produtividade.</p>
<h3><strong>E como sua empresa tem se preparado para conversar com seus funcionários neste retorno da pandemia?</strong></h3>
<p>Sabemos que a comunicação, em suas diversas formas, é uma manifestação de atenção e respeito. Tratar o retorno como se nada houvesse acontecido ou simplesmente informando os procedimentos de precaução física, podem passar uma imagem de empresa insensível ao momento trágico que todos vivemos. Aí entra novamente o mais novo desafio ao RH ágil frente a comunicação interna da empresa, durante esta pandemia:</p>
<h3><strong>Como pensar nas dores, acolher os funcionários e cuidar para prosseguir com o menor risco, agora, através da comunicação interna?</strong></h3>
<p>Um dos caminhos a seguir é a escuta ativa do RH na criação de um espaço de trocas (virtual ou híbrido, conforme o contexto organizacional), um canal de comunicação direta, na preparação de gestores para a sensibilização que o momento exige, entre outras atividades que o RH sabe criar ao entender e atender seu público.</p>
<h3><strong>Como dito, se o RH agora não se mostrar estratégico e ágil, quando será?</strong></h3>
<p>Engana-se quem pensa que trabalhar RH é tema somente para grandes empresas. Pequenas e médias tem se beneficiado de consultorias pontuais no desenvolvimento do que chamo <strong><em>Mentalidade RH</em></strong>, que se aplica desde <em>start ups</em> em fase de crescimento (tração) ou empresas familiares ou não, que contam com dezenas de pessoas e que precisam desenvolver ações em que a competência seja o importante para o crescimento da empresa e não o coleguismo, que oculta a produtividade e o feedback adulto e responsável. <strong>Como é o RH de sua empresa?</strong></p>
<p>Confira o nosso artigo sobre:</p>
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<div class="elementor-widget-container"><a href="https://cambioconsultoria.com.br/2020/03/20/geracao-noodle-e-a-sociedade-do-rendimento/">GERAÇÃO NOODLE E A SOCIEDADE DO RENDIMENTO</a></div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Esforço emocional no trabalho</title>
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				<pubDate>Fri, 20 Mar 2020 15:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Victor Richarte]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<p>Esforço emocional no trabalho Vamos falar sobre engajamento instrumental e o esforço emocional no trabalho. O papel das emoções no trabalho é um campo de longos debates, discussões, estudos e aprendizados. Facilmente compreendido quando se lê, revela-se prova de fogo àqueles que lidam com gente todo dia. Sabe aquela máxima de que na prática, a [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[
<h1>Esforço emocional no trabalho</h1>
<p>Vamos falar sobre engajamento instrumental e o esforço emocional no trabalho.</p>
<p>O papel das emoções no trabalho é um campo de longos debates, discussões, estudos e aprendizados. Facilmente compreendido quando se lê, revela-se prova de fogo àqueles que lidam com gente todo dia. Sabe aquela máxima de que na prática, a teoria é outra? Entra na cena organizacional a humanidade, com suas emoções, humores, sentimentos, personalidades e atitudes tão imprevisíveis como qualquer outra relação entre pessoas.</p>



<p>O funcionário, na perspectiva clássica da Administração, deveria ser controlado sistematicamente, o que implicava em supervisão, correção e coação para o bom andamento das operações e aumento da produtividade. Ele era quase uma tábula rasa que deixava as emoções na porta de entrada. Mas isso era pensamento dos idos de 1900. 1900?</p>



<h3>Num mundo conexionista, como cunham <a href="https://www.google.com.br/search?sxsrf=ALeKk02JxGSDYPB1dBwSHI3Av4O_86gxKQ%3A1587675011787&amp;source=hp&amp;ei=g_-hXoq0LefG5OUPvqOOuAo&amp;q=Boltanski+%26+Chiapello&amp;oq=Boltanski+%26+Chiapello&amp;gs_lcp=CgZwc3ktYWIQAzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJzIHCCMQ6gIQJ1CBB1iBB2CoCWgCcAB4AIABAIgBAJIBAJgBAKABAqABAaoBB2d3cy13aXqwAQo&amp;sclient=psy-ab&amp;ved=0ahUKEwjKgeCotv_oAhVnI7kGHb6RA6cQ4dUDCAc&amp;uact=5" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Boltanski &amp; Chiapello</a> (2009) em que pessoas e organizações estão conectadas e imbricadas exponencialmente, estar fora é não pertencer a um grupo. Assim, o funcionário precisa demonstrar emoções e humores compatíveis ao que o grupo social convencionou como esperadas e corretas e lidar com as próprias dissonâncias cognitivas e emocionais para não ser descartável e descartado, dentro deste quadro que chamamos de esforço emocional no trabalho. Logo, o funcionário:</h3>



<ul>
<li>Sente-se entediado, mas precisa demonstrar alegria;</li>
<li>Gostaria de expor ideias novas, mas sabe de represálias de quem divergiu;</li>
<li>Ouve em treinamentos e comunicação corporativa que deve ser engajado e proativo, mas toda ação deve receber aval do supervisor para prosseguir;</li>
<li>Deve colaborar para o sucesso da equipe, mas a avaliação é individual;</li>
<li>Propaga-se a meritocracia por resultados, mas é promovido quem conhece a pessoa certa na posição certa;</li>
<li>Deve ser criativo, inovador e empreendedor, mas os erros não são tolerados;  :</li>
</ul>



<p>Essas e muitas outras situações comuns na vida corporativa demandam o <em>esforço emocional demonstrado </em>em que a pessoa “precisa evidenciar” um humor para não ser do contra, não deixar o clima ruim, não prejudicar a imagem da empresa. Tem aí uma cilada para quem não reflete sobre o papel das emoções. Por não levá-las a sério, esquece-se que são elas que podem abrir acesso a racionalidade para melhorar situações problemáticas e auxiliar a compreensão do mundo e dos fatos. É assim que pensamos na abordagem da <a href="http://facebook.com/victorrichartecambioconsultoria/">Cambio Consultoria</a>.</p>



<h3>Para não sofrer tanto ou mesmo alienar-se desse sentimento, algumas pessoas recorrem ao que costumo chamar de engajamento instrumental: aquela pessoa simpática, sempre sorridente, com discurso de positividade, que distribui charme para encantar a distinta plateia, mas que na primeira oportunidade, boicota grupo, trai pessoas e abre informações para a concorrência.</h3>
<p>Repito, é preciso levar a sério o papel das emoções no trabalho. Como estudos apontam, a emoção é contagiosa. Quem não passou pela experiência de estar de mau humor e entrou em um ambiente amistoso, relaxado e começou a se sentir melhor? Mas isso é totalmente diferente da emoção instrumental, demonstrada, artificial.</p>
<h3>Estamos falando aqui de emoção sentida e de congruência interna e de como os humores afetam o ambiente. </h3>



<p>Isso me lembra uma empresa cujo lema era “aqui todo mundo é feliz, aqui é uma empresa  feliz”. Para fazer jus a esse <em>slogan</em> e na ânsia de gerir emoções, todo o dia o “líder” passeava pelo escritório perguntando se a pessoa estava feliz. Ai daquele que não dissesse: SIM! Era questionado sobre o que a empresa poderia fazer para ele mudar aquele sentimento, afinal, nesta empresa todos devem ser felizes! Imaginou trabalhar num lugar desses?</p>



<p class="has-text-align-center">Comente aqui sobre a sua experiência !</p>
<p class="has-text-align-center">Leia também o que pensamos sobre o <a href="https://cambioconsultoria.com.br/2020/03/20/home-office-sociedade-do-rendimento/">Home Office e a Sociedade do Rendimento</a>.</p>
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